Em declaração no Festival de Annecy, Jared Bush, chefe da Disney Animation, alimentou esperanças de um retorno aos filmes em 2D: “Temos artistas 2D fazendo coisas incríveis e malucas”, disse, sem revelar detalhes. O último longa nesse estilo foi “O Ursinho Pooh” (2011), seguido por uma era de sucessos em 3D como “Frozen” e “Encanto”.

Por que importa: O movimento representaria uma ruptura criativa para o estúdio, combinando nostalgia (para fãs de clássicos como “A Bela e a Fera”) e inovação técnica em um mercado dominado por CGI.

Contexto histórico: A Disney revolucionou o 2D com obras como “Branca de Neve” (1937) e “A Princesa e o Sapo” (2009), mas abandonou o formato alegando custos altos. Agora, a demanda por diversidade estética pode justificar seu retorno.

Possíveis rumos: Especula-se sobre:

  • Filmes híbridos (2D/3D), como “Homem-Aranha no Aranhaverso”
  • Projetos menores para streaming ou curtas-metragens
  • Remakes 2D de clássicos (como proposta recente de “Branca de Neve”)

Próximos passos: A Disney deve oficializar os planos no D23 2025, mas já treina equipes especializadas. O desafio será equilibrar tradição e expectativas modernas.

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