A Netflix decidiu reforçar sua estratégia de criar franquias próprias após fracassar na tentativa de comprar a Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões. O movimento evidencia a dificuldade da plataforma em competir com estúdios que possuem décadas de personagens consolidados .
Por que isso aconteceu: Diferente de Disney e Warner, que têm mais de um século de histórias, a Netflix possui um catálogo mais recente, o que dificulta a criação de universos duradouros .
Nova estratégia: A empresa quer investir em conteúdos que possam virar franquias, ou seja, histórias que rendem continuações, produtos e eventos, como “Stranger Things” e “Bridgerton” .
O desafio do streaming: Criar franquias do zero é arriscado. Nem todo projeto vira sucesso, como mostrou o caso de produções caras que não tiveram continuidade .
Quando dá certo: Alguns acertos mostram o potencial do modelo. Séries como “Squid Game” e filmes recentes conseguiram engajamento global e abriram portas para novos produtos e expansões .
Concorrência pesada: Plataformas como Disney+ e até o YouTube têm vantagem por já trabalharem com marcas conhecidas, o que facilita atrair público .
O que vem pela frente: A Netflix aposta em novos projetos baseados em propriedades conhecidas e também em ideias originais, tentando equilibrar risco e retorno .
