A ilustradora maranhense Hannah Garcês prepara o lançamento do mangá Guardiãs mágicas: SweetHeart!, seu primeiro projeto autoral no gênero “garotas mágicas”. A obra terá 500 exemplares impressos e será apresentada ao público em São Luís, com distribuição também online para todo o Brasil.
O que é o projeto: O mangá é voltado ao público infantojuvenil, especialmente meninas e jovens mulheres entre 8 e 22 anos.
- “Esse projeto trata de temas como empoderamento feminino, valorização da infância, saúde mental e formação emocional das crianças, tudo apresentado de forma acessível e envolvente, por meio de personagens femininas fortes em uma narrativa mágica e sensível”, disse Hannah ao Volts.
De onde vem a inspiração: A autora se baseia em clássicos do gênero, como Sailor Moon, Sakura Card Captor e Guerreiras Mágicas de Rayearth, obras que marcaram sua infância e influenciaram sua linguagem.
O que terá no volume: O primeiro volume reúne cinco capítulos, sendo quatro já conhecidos pelo público e um inédito, que avança na história e promete novas revelações.
Cenário local: Apesar da popularidade do estilo entre jovens, a produção de mangás no Maranhão ainda é limitada. O projeto busca ocupar esse espaço e fortalecer a cultura pop local.
Quem é a artista: Conhecida como Hany-sensei, Hannah Garcês atua com ilustração, animação e quadrinhos, com participação em eventos como Feira do Empreendedor, Expo Indústria e Feira do Livro de São Luís.
Quando será o lançamento: O volume 1 será lançado durante o evento MageXp, em julho, em São Luís, marcando a estreia oficial da obra no circuito cultural local.
- “No evento MageXp em Julho realizarei o lançamento do Volume 1 de Guardiãs mágicas: SweetHeart!. Serão cinco capítulos ao todo. Quatro deles já foram divulgados, já são conhecidos pelo publico. Mas o quinto capítulo eu prometo que vai trazer muitas revelações”, completou.
Por que isso é interessante: Em um cenário onde o consumo de mangás cresce, mas a produção local ainda é rara, o projeto de Hannah Garcês aponta para um movimento inverso: criar no Maranhão histórias que dialogam com o público que já consome esse universo.

