Guillermo del Toro sobre Frankenstein: “Não tenho medo de IA; tenho medo da estupidez natural”
Em coletiva no Festival de Cinema de Veneza, o diretor Guillermo del Toro deixou claro que a adaptação de Frankenstein não é uma alegoria sobre inteligência artificial, apesar de reconhecer a...
Em coletiva no Festival de Cinema de Veneza, o diretor Guillermo del Toro deixou claro que a adaptação de Frankenstein não é uma alegoria sobre inteligência artificial, apesar de reconhecer a relevância do tema na atualidade. O filme, que estreia em outubro nos cinemas e chega à Netflix em 7 de novembro, é descrito por ele como um “drama familiar não convencional” que explora a humanidade através de personagens imperfeitos.
Por que não é sobre IA: Del Toro explicou: “Não foi pensado como uma metáfora para isso. Vivemos em uma época de terror e intimidação, sem dúvida. E não há tarefa mais urgente do que permanecermos, em uma época em que tudo empurra para um entendimento bipolar da nossa humanidade“.
Sobre o medo da IA, ele brincou:“Não tenho medo de inteligência artificial. Tenho medo da estupidez natural, que é muito mais abundante”.
O que esperar do filme? Com Oscar Isaac como Victor Frankenstein e Jacob Elordi como A Criatura, a obra foca na imperfeição humana: O direito de errar e se redimir; Empatia: Compreensão mútua mesmo em circunstâncias opressivas e Drama familiar: Relações disfuncionais e afeto incondicional.


