‘O Último Azul’ reflete sobre etarismo e liberdade em distopia amazônica
“O Último Azul”, dirigido por Gabriel Mascaro, tem sido aclamado pela crítica como uma obra sensível que aborda o etarismo em um Brasil distópico. O filme narra a história de Tereza, uma mulher de 77...
“O Último Azul”, dirigido por Gabriel Mascaro, tem sido aclamado pela crítica como uma obra sensível que aborda o etarismo em um Brasil distópico. O filme narra a história de Tereza, uma mulher de 77 anos que é obrigada a deixar seu emprego para viver em uma colônia de idosos, mas decide realizar seu último sonho antes do exílio compulsório.
Enredo: Com fotografia bonita e atuações marcantes, o longa levanta um debate necessário sobre a visão da sociedade em relação ao envelhecimento, estimulando reflexões sobre liberdade e dignidade.
Por que isso é importante: A obra sensibiliza para a urgência de combater o preconceito contra os idosos, tema pouco debatido nos filmes brasileiros.
Recepção da crítica: O longa, que venceu o Urso de Prata no Festival de Berlim, foi elogiado pelo lirismo e pelo retrato realista da vida idosa.
Ausência em São Luís: Apesar do sucesso, é uma pena que ‘O Último Azul’ ainda não tenha chegado aos cinemas de São Luís, mas seguimos na torcida.


