Mesmo planejada inicialmente como trilogia, a nova fase de “Planeta dos Macacos” já pode ganhar continuidade. A Fox avalia novos filmes após o sucesso de crítica e público da franquia.
Ideia não é repetir : O diretor Matt Reeves afirmou que o foco não é refazer a história original, mas explorar como o mundo chegou até ela.
- “Nós com certeza temos ideias sobre para onde isso vai. Porque nós sabemos que esse é o final, o que acontece em Planeta dos Macacos [de 1968], a parte legal disso que começou com Planeta dos Macacos: A Origem é que não é mais sobre o que acontece, mas sobre como acontece. E as histórias que são sempre sobre os personagens e psicologia”, explicou.
César ainda é peça-chave: Segundo o produtor Dylan Clark, há espaço para desenvolver a evolução moral dos macacos e o conflito interno da espécie.
O que pode ser explorado: A transformação dos macacos em uma sociedade mais dura e distante dos humanos abre caminho para novas narrativas.
- “Os macacos de Caesar não são como os macacos de Planeta dos Macacos, certo? Eles são muito brutais com os humanos. Não é assim, então como isso aconteceu? E você sabe que Caesar tinha tanta integridade, e que ele tem esse sentido de certo e errado, a sua moralidade, e você vê isso sendo desafiado. Ele acaba tendo que matar um da sua espécie. Todas essas coisas nos dão a chance de explorar a natureza humana e fazer isso de um jeito que seja bem divertido. Porque todas essas são, na verdade, novas histórias. Nós não estamos fazendo histórias que já foram feitas”, completou Reeves.
Base já está pronta: A trilogia construiu um universo sólido, permitindo expandir a história sem depender de recontar o clássico de 1968.
Leitura do movimento: A franquia deixa de ser trilogia fechada e passa a funcionar como universo contínuo com espaço para novos capítulos.
