O Maranhão será o ponto de partida da circulação do projeto Agô Pulsar Afro-Amazônico, que leva apresentações gratuitas a escolas e praças de São Luís e Itapecuru-Mirim entre os dias 10 e 15 de agosto. O espetáculo combina dança contemporânea, memória e resistência para narrar histórias de corpos negros e indígenas da Amazônia. A iniciativa é coordenada pelo artista Cairo Vasconcelos e realizada pela Menina Miúda Produções Artísticas, com patrocínio da Vale e apoio do Governo Federal por meio da Lei Rouanet.

O que é o projeto: Agô ocupa espaços públicos com arte e educação, promovendo debates sobre racismo, desigualdade e pertencimento.

Quem realiza: A produção é da Menina Miúda, grupo que une artes cênicas e transformação social desde 2019, com foco na Amazônia.

Por que isso importa: O Atlas da Violência 2024 mostra que 94,3% dos jovens assassinados no Amazonas são negros. A arte reage a esses dados.

Acessibilidade garantida: As apresentações terão audiodescrição e serão acompanhadas de oficinas com estudantes das regiões visitadas.

O que esperar: A obra mistura dança afro e indígena, sons da floresta e cenas sobre violência, memória e esperança, com duração de 45 minutos.

Programação – São Luís

  • 12 de agosto: 19h30 – Apresentação pública na Praça das Mercês (R. Nazareth, 82 – Centro) – Aberto ao público
  • 13 de agosto:
    • 10h30 – Apresentação para os alunos e professores do Centro Educa Mais Maria José Aragão (R. 205 Unidade 205, 205 – Cidade Operária)
    • 11h30 – Oficina de dança para os alunos do Centro Educa Mais Maria José Aragão (R. 205 Unidade 205, 205 – Cidade Operária)
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