A exposição “Costura de Cores Ancestrais – A RETOMADA” entra em cartaz nesta quarta-feira (25), às 19h, no Chão SLZ, em São Luís. A mostra revisita registros da expedição Thayer, no século XIX, para reconstruir a memória de pessoas pretas e indígenas.
Qual é a proposta: A exposição parte de imagens feitas sob olhar racista para recriar narrativas mais humanas, devolvendo identidade, história e dignidade aos retratados.
Quem está por trás: O projeto é idealizado pela artista manauara Keila-Sankofa, dentro da iniciativa “Direito à Memória”, que atua contra apagamentos históricos.
O que diz a artista: Keila defende a reconstrução simbólica dessas histórias.
“Nosso trabalho é recriar essas imagens e devolver nome, cultura e humanidade a quem foi apagado”, afirma.
Como a arte atua: A mostra usa colagem, intervenção e poética visual para transformar registros violentos em representações de liberdade e pertencimento.
Circulação do projeto: A exposição já passou por espaços de Manaus e chega ao Maranhão como primeira apresentação fora do Amazonas.
Programação paralela: Além da mostra, o espaço recebe debate nesta quinta-feira (26), às 19h, e minicurso nos dias 2 e 3 de abril, sempre com entrada gratuita.