Pesquisa aponta que 32 milhões de lares brasileiros assinam pelo menos um streaming
A televisão ainda ocupa espaço nas casas brasileiras, mas o streaming já é o meio preferido de entretenimento. Em 2024, 32,7 milhões de lares no país assinavam pelo menos um serviço, segundo...
A televisão ainda ocupa espaço nas casas brasileiras, mas o streaming já é o meio preferido de entretenimento. Em 2024, 32,7 milhões de lares no país assinavam pelo menos um serviço, segundo levantamento do setor.
Por que importa: O Brasil representa 36% da receita digital da América Latina e ocupa a 11ª posição global em consumo de mídia. O mercado deve movimentar US$ 39,4 bilhões (R$ 215 bilhões) em 2025.
- O faturamento anual das plataformas nacionais já chega a R$ 70 bilhões.
Se liga no contexto: O número de assinaturas cresce de forma constante. De 2023 para 2024, houve aumento de 1,5 milhão de lares com acesso. O gasto médio mensal por pessoa é de R$ 118, com cerca de 3,8 serviços por assinante.
Detalhes: As remessas ao exterior para pagamento de serviços digitais cresceram 24% no primeiro semestre de 2025, somando US$ 9,94 bilhões.
- Nos Estados Unidos, o gasto médio mensal é de US$ 69, segundo pesquisa da Deloitte.
Panorama geral: Globalmente, o setor de mídia e entretenimento faturou US$ 2,9 trilhões em 2024 e deve chegar a US$ 3,5 trilhões até 2029. A publicidade digital puxa o crescimento, avançando três vezes mais rápido que o consumo direto de conteúdo.
E agora?: A Ancine e o Ministério da Cultura estudam aplicar a Condecine sobre plataformas, o que pode gerar até R$ 9,14 bilhões por ano. No Brasil, o mercado é liderado por Netflix (R$ 10,4 bi), Disney+ (R$ 7 bi) e YouTube (R$ 6,5 bi), segundo a Ancine.


